Como é bom ser aceito no meio em que se vive, não é mesmo? É muito bom ter pessoas que confiam em ti, que te pedem conselhos, que te abraçam. É muito bom ter pessoas por perto.
Agora pense como deve ser não ser aceito pelos outros. Pessoas te rejeitando, virando o rosto, atravessando a rua para não cruzar o teu caminho, negando o teu aperto de mão, muitas vezes por nojo. Cruel, não é mesmo? Infelizmente isso acontece no mundo todo. A maioria das vezes os que sofrem tal rejeição são aqueles que nada têm. São os pobres, os que têm fome, os que pedem por ajuda.
É muito fácil ignorar o problema a encará-lo de frente e fazer algo para melhorá-lo. Porém, essas pessoas que precisam de ajuda só ganham desprezo. Se pudessem, elas nem estariam ali. Se tivessem oportunidades, elas tentariam sim ser pessoas melhores.
Vivemos em um mundo onde se classifica o caráter pelo tamanho da conta bancária e não pelas atitudes benfeitoras do dia-a-dia. E me diga, até quando vamos levar essa situação desprezível adiante? Até quando vamos ignorar que existem sim pessoas precisando de nós? Precisando de vocês, que estão lendo esse artigo e que têm capacidade de fazer algo de grande por alguém? Algo grande como doar alimentos, como dar um emprego, como dar um simples e significante “Bom dia”!
Até onde sei, somos humanos e erramos sim. Porém, também acertamos e existe um ditado que define muito bem a nossa situação: errar uma vez é humano, já duas é burrice. Chega de sermos burros e vamos acertar. Acertar dando a devida oportunidade a essas pessoas, que assim como nós só precisam de um voto de confiança para poder ser alguém.
Viver à margem não é vida. Vamos mostrar que podemos ser humanos dando o devido valor àqueles que mais precisam. Afinal, somos todos iguais e o fim, para todos, é o mesmo. Foi pensando nisso que a ONU criou o Dia Mundial da Justiça Humana. Leia mais sobre o assunto e reflita: link
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Há 1 comentário para “Antes tarde do que nunca”
Boa Tarde.
Seus textos são muito bons Marina. Me identifico muito com o que você escreve, e acho que temos em comum uma vontade muito grande de fazer justiça, mas é de tijolo em tijolo que construímos um prédio, e sendo assim aos poucos vamos conquistando a justiça e a igualdade social que tanto sonhamos em ver um dia, no Brasil e no mundo.
Além da desigualdade social, às vezes, as pessoas ou até nós mesmos somos preconceituosos, e o pré-conceito pode ser muito perigoso, por isso, além de sermos gentil e desta forma propagar bons comportamentos, devemos fortalecer a compreensão.
Devemos compreender as diferenças entre seres humanos e não deixarmos levar pelos preconceitos, por isso não devemos tratar mal aquilos que não compreendemos, devemos buscar uma certa igualdade nas relações, pois somos todos seres humanos e não é porque somos pobres ou ricos, que seremos melhores ou piores.
Obrigado.