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Personal vs. Virtual, which side are you on?

July 28, 2010 by Marina Lemos

Categories: Destaques, Meaning of Life, Young Chat

In a globalized society in which the number of friends is established by Facebook, conversations are held on Messenger, and the daily news is shared on Twitter, it’s no wonder that social relations are increasingly directed to the virtual environment rather than personal contacts. That is, in a society in which we do not have enough time to do everything we want, the only way to socialize is the internet.

However, you must be very careful with these virtual social networks. When relationships are maintained with people with whom you have a contact not only virtual, but also personal, then, that’s ok. But when this contact is only virtual, you must be very careful, because we don’t really know with whom we are in contact on the other side of the screen, do we?

Most cases of pedophilia start on the Internet where teenagers in search of romance are easy targets for middle-aged impostors who deceive and set up traps from which there is no way back. Therefore, parents should always know with whom their children talk on the internet because, contrary to what we imagine, not just walking on the streets at night is dangerous, talking to strangers on the Internet is as well.

Of course the internet is a very promising technology for the society as it provides interactivity, instant information exchange, besides lots of things to research that help to encompass more and more people’s knowledge. The internet is rather a mechanism that brings major advances and improvements for everyone, but, as there is an exception to any rule, it’s better to err on the side of caution.

After all, I’ve just mentioned only one of the dangers of the internet, which is pedophilia. There are several others such as trusting people you do not know, giving out bank account numbers, addresses and phone numbers, thereby facilitating criminal activities such as mugging, murders, and kidnappings, among others. As a result, one should be more careful about this means of communication. Let’s try to join the wave of virtual relationships and a personal contact because there is nothing better than touching, feeling, hugging, talking, looking in the eye, wiping tears, hearing a laugh. Is it not?

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There are 4 comments to “Personal vs. Virtual, which side are you on?”

  1. Nih Holtz says:

    olá
    é verdade a internet tem muitos perigos e nossa preocupação precisa ser baseada em menos informações possíveis sobre nós hoje em dia nas mídias sociais! mas é claro que não devemos trocar nossa vida em uma sociedade real trocando pela vida em sociedade virtual..por exemplo, o Second Life que de certa maneira acaba criando uma vida totalmente virtual e que pode ser um modo de isolar uma pessoa do mundo real. eu como uma blogueira preciso ainda mais que tudo saber diferenciar minha vida virtual da real, sem confundir essas duas ou me dedicar mais a uma só.
    mas a internet também tem suas inúmeras vantagens…como pode divulgar uma boa causa, unir pessoas de locais bem distantes, oferecer vagas de emprego e produtos de dificil acesso, pesquisas e de alguma forma acaba por oferecer conhecimentos.

    att,
    Nih Holtz

  2. Ricardo Dourado says:

    Boa tarde Marina e à toda equipe da Gisele Bündchen.

    É muito legal os assuntos abordados neste epaço, e este é bem complexo e bem atual. Devido à correria do dia-a-dia, e a praticidade do meio virtual e computacional, estamos em uma fase da sociedade humana onde estamos migrando as relações sociais para os meios computacionais, acho que o que estamos passando é apenas uma prévia do futuro. Vejo isto na minha filha, que nasceu familiarizada com o computador e com a internet, as crianças desta geração vão crescer acostumada com a comunicação através da internet e do computador, parecido com o fato de acharmos natural o telefone. Para a futura geração, os programas de instant messenger e as redes sociais serão instrumentos de comunicação padrões, e eles, no futuro, verão com muita naturalidade todos estes meios.
    Mas aí entra o que gosto de denominar como defesa cibernética, não uma defesa complexa onde há o domínio de linguagens computacionais ou monitoramento da rede, mas a defesa, que a Marina Lemos expõe neste texto. Por exemplo, devemos ter muito cuidado com as pessoas que não conhecemos pessoalmente, e muito cuidado com os downloads, que podem ter vírus que roubam informações preciosas ou que monitorem suas atividades na internet. Na verdade esta questão de defesa cibernética vai além da pessoal, e vários países tem infra-estrutura gigantescas para manter seguro suas redes computacionais.
    Mas acho, que tanto na vida real ou na vida virtual devemos ser sempre os mesmos, sempre serei verdadeiro, sou o que sou, fora ou dentro da internet, tanto que ser verdadeiro e sincero é um bom atributo no meio virtual, claro sem se expor de maneira arriscada, pois há outro perigo. Há o fato que tudo o que escrevemos aqui na internet fica gravado para sempre, e se você não é o que você é, você acaba cometendo erros, e o que nós fazemos na vida real afeta a vida virtual, e o que fazemos na vida virtual afeta na vida real. Real e virtual estão cada vez mais interdependentes, e por isso devemos ter muito cuidado. Por isso, devemos expor e falar na internet aquilo que faríamos na vida real, para não passarmos por apuros.
    O fato é que a internet encurta distâncias, mas nada, nunca substituirá um verdadeiro abraço, um toque, um sorriso, uma voz familiar que a gente ouve, ou a expressão das pessoas em uma conversa olho no olho e até o aroma de um perfume de uma pessoa que gostamos. Nada no mundo real que é verdadeiramente afetivo será substituído pelas relações sociais no mundo virtual.
    Obrigado.

  3. José Américo Toledo says:

    Oi Marina Lemos. Adorei seu artigo, concordo em tudo que vc escreveu. Só gostaria de acrescentar um comentário que aconteceu comigo. Hoje quem não usa o computador se torna diferente da grande maioria das pessoas. Há pouco tempo fiz um teste: voltei à rua onde passei grande parte da minha infãncia e para minha surpresa encontrei as casas onde podíaamos sentar no muro e conversar com grades de proteção até em cima, a rua cheia de carros, sem ninguém para conversar. Ai voltei para casar e resolvi fazer o seguinte: vou pesquisar na internet os nomes dos meus amigos(a). Tá vendo, precisei da internet e consegui localizar alguns e com isso, hoje meu contato é através de e-mail, somente assim, porque com vc diz, como é bom receber um abraço pessoal, não virtual, presenciar o sorriso das pessoas e jogar conversas fora. Mas infelizmente estou terminando o meu comentário e assim que sair, continuarei no computador, quem sabe procurando alguns amigos que se encontram por ai.

    Abraços com carinho virtual,

    José Américo Toledo
    Juiz de Fora-MG

  4. Joana Darque says:

    Você não deixa de ter razão quando diz que “há perigos na esquina”, mas não podemos deixar eles vencerem, há coisas que não voltam atras, cabe a nós conduzirmos da maneira certa e não da melhor maneira o que nos é dado para facilitar a nossa vida. A pedofilia maior é a física a que é presente, a de dentro de casa e nós não conseguimos combater, os meios de comunicação de massa só expõem o problema e dão uma dimensão do que já era existente, a internet tanto nos expõe a esses perigos quanto revela que causa o perigo. Pior se não houvesse internet para divulgar e fazer com que esses doentes se manifestassem, causando uma dor maior por baixo dos panos.

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